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Entidades debatem estratégias contra reforma da Previdência

Entidades debatem estratégias contra reforma da Previdência

Coordenador de Assuntos Parlamentares da Fenajud, Fabiano Reis, acompanhou os trabalhos da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência nesta terça-feira (18). 

A Comissão Especial da Reforma da Previdência iniciou nesta terça-feira (18) a primeira reunião sobre o parecer do relator da PEC 06/19, Samuel Moreira (PSDB-SP), apresentado na última quinta-feira (13). Com o andamento da proposta na Câmara dos Deputados, a Fenajud (Federação Nacional dos Trabalhadores do Judiciário nos Estados), por meio do coordenador de Assuntos Parlamentares, Fabiano Reis, realizou mais uma atividade em torno da proposta: reuniu-se com diversas entidades – membros da Frente Parlamentar em Defesa da Previdência – para articular ações a serem realizadas contra a reforma da Previdência.

Durante um longo período o grupo dialogou sobre as possibilidades de ações e estratégias que podem derrotar a medida ainda na primeira fase (já que a votação do parecer deve acontecer na próxima semana). A Frente vai continuar os trabalhos no sentido de mobilizar os deputados e deputadas nos estados, com dados reais, referentes a proposta para mostrar que a PEC prejudicará apenas a classe trabalhadora do país. Os ricos, banqueiros e empresários sairão ilesos.

A mesa fez um alerta aos participantes para a fase crítica que se inicia na Câmara. Caso a medida seja aprovada na Comissão, o texto seguirá para o plenário da Câmara, onde precisará passar por duas votações. Em cada uma, precisa obter, no mínimo, 308 votos (o apoio de 60% da Câmara).

Fabiano Reis disse que “A expectativa de Rodrigo Maia e de líderes é que a reforma da Previdência tenha a tramitação concluída na Câmara antes do recesso legislativo, que ocorre em julho. Por isso a mobilização é fundamental neste momento. Não podemos recuar um passo que seja. A reforma é prejudicial tanto para os trabalhadores do serviço público, quanto do privado. Não há quem saia ileso. Todos pagarão por uma conta que não é nossa. A Fenajud tem articulado, incansavelmente, no Congresso e manteremos plantões para acompanhar de perto a tramitação da proposta, bem como a interlocução com as bases para impedir que a PEC seja aprovada”.

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