CNJ: Corregedoria inspeciona tribunal e cartórios goianos

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Entre os dias 7 e 11 de maio, o Tribunal de Justiça e as serventias extrajudiciais goianos recebem inspeção de rotina da Corregedoria Nacional de Justiça.

Serão verificados gabinetes de desembargadores, varas da capital e do interior, condições de trabalho dos servidores, atendimento ao cidadão, prazos processuais, produtividade dos juízes, entre outros aspectos. Os trabalhos forenses e/ou prazos processuais não serão suspensos, conforme determinação da Portaria n.22, de 16 de abril de 2018.

Participam dos trabalhos a desembargadora federal Daldice Santana, conselheira do Conselho Nacional de Justiça(CNJ); desembargador Carlos Vieira von Adamek e desembargador Mário Devienne Ferraz, ambos do Tribunal de Justiça de São Paulo; desembargador Fernando Quadros da Silva, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região; juiz substituto em Segundo Grau Márcio José Tokars, do Tribunal de Justiça do Paraná.

Também farão parte da inspeção os seguintes magistrados: juízes de Direito Márcio Evangelista e Lizandro Garcia Filho, ambos do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios; juízes de Direito Marcus Vinicius Onodera e Marco Antonio Vargas, ambos do Tribunal de Justiça de São Paulo; juiz de Direito Márcio André Fraga, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; juiz de Direito Rui de Almeida Magalhães, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais; juiz de Direito Sérgio Ricardo de Souza, do Tribunal de Justiça do Espírito Santo; além de servidores e assessores.

O corregedor, ministro João Otávio de Noronha, pretende inspecionar todos os Tribunais de Justiça do País até  agosto deste ano.

Já passaram pelo procedimento de inspeção da Corregedoria os Tribunais e cartórios de Sergipe, Espírito Santo, Maranhão, Amapá, Pará, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Distrito Federal, Roraima, Paraíba, São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e, por correição, Ceará, Piauí e Mato Grosso do Sul.

 

Fonte: CNJ

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